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OUTUBRO ROSA 2022 - Conheça algumas histórias!
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Roseli Dias, 48:

Após a minha neta cair em cima dos meus seios senti um incomodo, com o tempo percebi que tinha se enrijecido, fiquei atenta, mas não me preocupei tanto pois fazia mamografia todo ano por causa do tratamento de mama densa. Realizei o meu exame e não havia aparecido nada, alguns dias antes de realizar a ultrassom percebi que havia aparecido 5 caroços grandes e doloridos na axila, pensei que fosse por causa do desodorante, mas eu já havia sonhado com a cirurgia e com os tratamentos. Logo corri e fiz um ultrassom e enfim veio o diagnóstico. Ninguém fica feliz em receber uma notícia dessas, e no meu caso foi o próprio técnico, que apenas jogou a bomba e não me deu esperanças. Apenas me desesperou e me desestabilizou. Antes das consultas eu tremia de medo por não saber o que aconteceria. Eu indico principalmente a procura de apoio psicológico não só para o paciente, mas para a família também. Tive muita ajuda e apoio de médicos, terapeutas do GAPC e psicólogos. Preste atenção ao seu corpo e não pesquise demais sobre a doença, mas sim incentivos sobre a cura como vídeos de superação e tratamento. Já fiz quimio, cirurgia e rádio. Continuo com meu tratamento de hormonioterapia e eu só tenho a agradecer a Deus por ter permitido dar tudo certo.

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Rany Alves, 46

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Recebi meu diagnostico em janeiro de 2021, localizei meu tumor em um autoexame na frente do espelho do meu banheiro, coloquei a mão sobre a cabeça e quando eu fiz esse movimento senti o tumor “saindo do esconderijo”, que era atrás da prótese de silicone. Estava com os exames em dia, mas o tumor estava escondido na prótese e não apareceu, só notei graças ao meu autoexame. Recebi o diagnostico com muita tristeza porque ninguém quer estar doente, mas rapidamente a tristeza foi substituída pela gratidão por saber através dos médicos que existia tratamento. Me senti muito acolhida pela equipe médica, pela minha família que sempre esteve ao meu lado e fortalecida por Deus. Eu sentia e enxergava em todos os detalhes a presença e a mão de Deus, e isso fez muita diferença no meu tratamento. Todo otimismo contribuiu para que eu passasse por essa fase. Aprendi que ao receber o diagnóstico temos a escolha de enfrentar esse momento tão desafiador com fé, otimismo, paciência e autoamor, ao invés de culpa, peso, tristeza e sentimento de finitude. Está nas nossas mãos a decisão de como vamos enfrentar esse capítulo da nossa vida e vencê-lo.

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Maria Rodrigues, 68

Eu já estava fazendo acompanhamento na mama direita pois tinha nódulos benignos. Depois de 6 meses apareceu tumores na mama esquerda e foi dado o diagnostico, então tive que retirar a mama. Não tinha histórico na minha família, porém o médico disse que foi por excesso de hormônio. Continuo lutando, fazendo fisioterapias e minhas consultas. Hoje estou muito bem, fui operada rapidamente, fiz a quimioterapia e radioterapia, ainda sinto algumas dores, mas só tenho a agradecer. Quando recebi o diagnóstico fiquei muito triste, soube que teria que tirar a mama e desabei a chorar no hospital. Mas com o apoio do meu filho, tudo ficou muito mais fácil. Me mudei para Volta Redonda e estou aqui desde então. Tenha força e perseverança, olhe sempre as pessoas que estão a sua volta, muitas estão passando por momentos ainda mais difíceis que você, tenha sempre fé e esperança de que tudo vai ficar bem.

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Elaine Oliveira, 48

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Bati meus seios na beirada da mesa e senti que havia crescido um caroço, fui ao médico, mas falaram que não tinha com oque se preocupar e que era apenas um hematoma por causa da batida. Um ano depois eu passei mal, meu braço esquerdo estava muito inchado e me indicaram um ortopedista. No momento que ele me viu, falou que isso era caso de mastologista. Fui ao médico e me passaram vários exames que acusaram câncer. No momento em que vi os resultados meu mundo desabou, meu tumor era maligno e já estava avançado. Meu tratamento foi muito rápido, fiz quimioterapia por um ano até liberarem a cirurgia. Depois fiz sessões de rádio, mas estava muito assustada e com medo. Com 6 meses fui diagnosticada com metástase ócia e sigo lutando até hoje. Durante o tratamento comecei a apresentar quadro de depressão, foi quando uma senhora indicou o GAPC para me ajudar, sempre tive muito apoio de todos os profissionais. Hoje todos fazem parte da minha família, eu passo mais tempo lá do que na minha própria casa, encontrei todo acolhimento que eu precisava. Fique atenta ao seu corpo, se toque e preste atenção nos caroços, não importa em que lugar esteja, procure um médico para tratar com antecedência. Se eu tivesse demorado mais um pouco, talvez eu não estaria aqui contando a minha história.

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Maria Santos, 50

Descobri meu câncer sentada no sofá, passei a mão no seio e senti um caroço, achei que era uma íngua, mas fiquei preocupada e fui ao médico. Então recebi o diagnóstico de câncer de mama. Foi muito difícil e doloroso. Sempre dei apoio a todo mundo, mas quando me vi dentro do problema eu caí, mas com o tempo fui me levantando e voltando a ter esperança. Nunca desanime, espere e tenha fé de que tudo vai melhorar.

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Marta Barros, 66

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Sempre realizei meu autoexame durante o banho, até que um dia senti um caroço bem pequeno. Fui a uma consulta, mas a médica falou que não era nada demais. Com o passar do tempo percebi que ele estava crescendo, e o seu tamanho começou a me incomodar. Com a chegada da pandemia fui a procura de um médico particular e com os exames descobri que estava com um tumor maligno. Comecei meu tratamento o mais rápido possível. Receber a notícia é assustador, mas busquei em Deus a fé que eu precisava para me manter de pé. Contar para a família foi a pior coisa que eu já fiz, superei com facilidade, mas a família ficou muito abalada. Hoje posso dizer que estou curada, mas sempre estou atenta às
mudanças do meu corpo e as reações. Quando fiz o exame pós-quimioterapia para fazer a cirurgia a doutora constatou a partir do toque que o tumor já tinha praticamente desaparecido. Esse dia foi muito especial pois foi no dia do aniversário de minha filha. Mulheres, cuidem dos seus corpos, quando vou a consultas vejo muitas com câncer de mama, fazer o autoexame é importante, o tratamento do câncer é difícil, mas se cuidar é bem simples. Perceba as mudanças e reações do seu corpo, se cuidem!

Maria do Carmo, 51

Comecei com um desconforto na axila, quando apalpei achei que fossem ínguas e marquei uma consulta. A médica me examinou e passou um remédio porque eu estava sentindo dores. Depois fui direcionada a um mastologista. Meus exames estavam todos em dia e não haviam acusado nada. A médica pediu uma biopsia e o resultado deu inconclusivo. Refiz o exame e deu positivo para câncer de mama. Quando a médica me falou, fiquei sem chão, a doutora me encorajou perguntando se eu acreditava em Deus e mandou que eu orasse porque tudo daria certo. Sempre fui muito fiel, mas a notícia me desabou, achei que meus dias estariam contados, chorei muito, meu esposo teve que me buscar no serviço aquele dia. Todos os meus familiares me visitaram e me confortaram dizendo que tudo daria certo. Comecei o meu tratamento de quimioterapia, fiz a cirurgia de conservação de mama e axila, radioterapia e fiz manutenção de quimio oral. Depois de um tempo tive que começar tudo de novo com o tratamento hormonal que continuo até hoje. Tirei a mama toda e tive que esvaziar a axila. Hoje estou bem, e devo muito ao GAPC que sempre me apoiou muito no meu dia a dia. Agradeço a Deus por todos os terapeutas que me ajudaram e me acalmaram. Minha família foi minha base e meu marido foi meu companheiro de todos as horas. O que eu quero deixar para vocês é um aviso, se cuidem e se toquem, façam exames, o mundo não acabou do jeito que eu achei que ia, hoje tenho várias restrições, mas me adequei muito bem, as mudanças foram para melhor.

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Suely Fernandes, 70

Há 6 anos quando fiz meu preventivo veio a notícia de que eu estava com essa doença assustadora. Tive que fazer mastectomia, passei pela quimioterapia e radioterapia. Diante de toda situação sempre me mantive de pé com fé em Deus, com o apoio da família venci essa batalha. Quero dizer que perdi o cabelo, mas não perdi a cabeça, perdi a mama, mas não perdi a vida. Peço a todas as mulheres que se cuidem.

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Maria Angélica, 44

Fui diagnosticada com câncer de mama aos 36 anos. Sentia muita dor na mama quando me deitava de bruço. Um dia me olhei no espelho e percebi que minha mama estava com característica de uma laranja murcha, com furinhos. Fiz uma mamografia e deu suspeita de câncer de mama maligno. Procurei um oncologista e recebi a noticia de que meu câncer era muito raro e sério, por isso não tinha tempo de esperar o SUS pois tinha que correr. Graças a Deus consegui fazer todos os exames, fiz minha 

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Simone Fátima, 50:

Em 2019 senti um nódulo na mama esquerda, no dia seguinte fui ao médico para que ele analisasse. Fiz a mamografia e uma ultrassonografia. A mastologista me contou que havia um nódulo suspeito na minha mama e que eu teria que realizar por uma biopsia. O resultado saiu e acusou câncer de mama, naquele momento o medo tomou conta de mim, meu coração disparou e o mundo em minha volta parecia ter parado. A doutora falou que meu câncer era raro e estava avançado, tudo que passou pela minha cabeça foi a morte. Fiz várias sessões de quimioterapia, mastectomia radical da mama esquerda e a radioterapia. Quando a gente recebe um diagnostico de câncer, fica claro a nossa plenitude, fica claro como a vida passa rápido. Começamos a enxergar tudo de uma forma única, começamos a querer tudo na hora, não queremos esperar nada, queremos fazer nossa vida valer a pena, e esse despertar que o câncer faz nas nossas vidas é libertador. Aprendemos o quão forte podemos ser, daquele momento para frente queremos viver uma vida no qual nos orgulhemos. Receber o diagnóstico do câncer é como passar em um túnel escuro onde só vemos uma pequena luz de esperança, tudo que podemos fazer é esperar e ter fé em Deus. Gostaria de fazer um agradecimento especial aos profissionais do hospital Hinja, á minha oncologista, aos mastologistas e toda equipe médica que sempre me atendeu tão bem.

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Elisângela Domingues,49

Tudo começou em 2018, quando fui diagnosticada com depressão e síndrome do pânico. Enquanto fazia meu tratamento psicológico tive que parar para cuidar do meu pai e da minha mãe que adoeceram. Meu pai teve e covid e não resistiu. Depois cuidei da minha tia que teve câncer no fígado e veio a falecer tempos depois. Certa noite sonhei com meu pai, que me dizia que era hora de cuidar de mim. Com toda correria fazia 2 anos que não fazia meu exame preventivo. Os exames acusaram câncer de mama, recebi o diagnóstico sozinha, mas em momento nenhum me abalei com a notícia. Sentia no meu coração que ficaria tudo bem. Deus falava que eu passaria por uma metamorfose, uma mudança de dentro para fora. Fiz minha cirurgia e iniciei os tratamentos. Sempre levei tudo com muita força e alegria no rosto. Neste momento conheci pessoas especiais que são muito importantes na minha vida. Após o câncer aprendi a me cuidar mais. Eu vou indo e vou fluindo num voo lindo.

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Janaína Aparecida,36

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Em uma noite meu filho passou mal e fui leva-lo ao hospital, por estar no auge da pandemia fiquei com ele o tempo todo no colo para que ele não tivesse contato com os objetos. Depois de alguns dias percebi que minha axila tinha inchado muito e ao massagear senti um caroço. Marquei uma consulta, mas o médico disse que era apenas uma íngua por ter feito muito esforço. Ele analisou, mas descartou a hipótese de ser câncer. Tomei os medicamentos que ele indicou e realmente o caroço tinha sumido, mas fiquei com aquilo na cabeça e resolvi procurar uma segunda opinião que acusou câncer pela mamografia e biopsia. Pensei que estava preparada para ouvir, mas quando veio a notícia parecia que um buraco tinha se aberto na minha frente, meu mundo caiu e eu fiquei sem chão. Olhava para os meus filhos e chorava, pois tudo que pensava era na morte. Comecei minhas sessões de quimioterapia e no hospital muitas pessoas me desanimavam, eu ficava muito mal. Tentava me mostrar forte para os meus familiares, mas isso só piorava por estar guardando tudo dentro de mim. Antigamente eu ficava triste por coisas bobas, depois do câncer parei de reclamar por qualquer coisa. Se toquem, se você notar qualquer diferença mínima no seu corpo procure um médico e sempre procure segundas opiniões. Fique perto de pessoas positivas e alegres, procurem ajuda, não tenham medo ou vergonha. O câncer não é diagnostico de morte, o único que determina o seu tempo aqui na terra é Deus.

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Fabíola Ferreira, 34

Descobri o câncer de mama em janeiro de 2020 e como minha família já possui casos de câncer tive que correr. Ter força e fé e enfrentar com toda coragem não foi nada fácil mas também nada impossível. Fiz 16 quimioterapias e terminei no dia 15 de setembro de 2021. Fiz a cirurgia só do quadrante pois eu tinha um tumor com 9.5cm após 3 meses fiz 18 sessões de radioterapia e 1 ano de herceptin, uma vacina para prevenir que o câncer volte e dia 1 de setembro de 2022 foi o dia da última vacina e agora estou só em controle de 3 em 3 meses.

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Lígia Caridade, 64

Descobri o câncer me apalpando. Encontrei um caroço na mama direita, logo percebi e senti no meu coração que tinha algo errado. Fui ao médico, fiz exames e fui diagnosticada com um carcinoma. Minha primeira reação foi chorar, até perceber que tinha que parar e começar a minha luta. Busquei minha força em Deus com ajuda da minha família. Fiz minha cirurgia e meu tratamento que foi muito difícil. Pela glória de Deus eu venci. Só que anos depois o câncer voltou e comecei tudo outra vez na mama esquerda. Mas graças a Deus estou aqui. Tive câncer novamente e até hoje estou tratando a metástase, mas continuo lutando com fé, pois ela é minha melhor arma, com ela consigo lutar contra o câncer e acreditar na minha cura. Para as mulheres que se encontram na mesma situação deixo uma mensagem, nunca perca sua fé e acredite em Deus porque ele tem poder para mudar esse quadro. Viva um dia de cada vez, não deixe nada roubar a sua alegria pois ela vem de Deus, lute até o final e seja feliz.

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Cleide Aparecida, 52

Já fazia um tratamento na mama há mais de 10 anos por causa de um caroço. Fui em uma das consultas e a médica estranhou o tamanho, pois havia crescido demais. Fiz a mamografia e a biopsia, e acusou câncer na mama. Comecei meu tratamento, realizei a cirurgia de retirada de quadrante e estou esperando para começar a quimioterapia e a radioterapia. Quando recebi a notícia fiquei muito surpresa, fui sozinha por achar que não seria nada demais e levei um baque. Chorei muito e liguei para o meu esposo. Mas com o apoio da minha família e do GAPC já estou me sentindo bem melhor. Não desista, confie em Deus e coloque tudo nas mãos dele. Persevere e não desista, porque tudo tem um começo e um fim.

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Nilcéia da Silva, 43

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Descobri o câncer através de uma mamografia. Estava com 41 anos e nunca tinha feito os exames preventivos. Fui fazer o exame e algumas semanas depois me ligaram para ir no posto de saúde com urgência. Chegando lá, fui direcionada para o mastologista, que confirmou o tumor. Me pediu a biopsia e acusou um tumor maligno. Comecei meu tratamento com a cirurgia por causa do tamanho e logo depois fiz a quimioterapia, radio e digo que estou curada. Quando descobri foi um choque muito grande. Nunca pensei que eu morreria pois eu tenho uma vontade de viver enorme, acredito que Deus me permitiu passar por tudo isso para que eu me tornasse uma pessoa melhor, nunca me questionei o porquê, mas sim o para quê. Confie em Deus, você está passando por isso para evoluir, vai descobrir coisas incríveis que você pode fazer para outras pessoas. A experiência do câncer me proporcionou a convivência com pessoas maravilhosas. O GAPC se tornou parte da minha família e mudou minha vida para melhor.

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Naiara Martins, 30

Senti um desconforto na mama direita, mas relevei, pois, meus exames estavam todos em dia, como não tinha histórico de câncer de mama na família ignorei. Um dia resolvi fazer meu auto exame durante o banho e senti um caroço e novamente um desconforto. Procurei um médico, me disseram que poderia ser algumas glândulas mamárias e me passaram um ultrassom. Quando fiz o exame a médica viu que era algo estranho, e me encaminhou para fazer a biopsia que deu positivo para câncer de mama. Antes da confirmação eu pesquisava sobre o assunto e os possíveis resultados. No dia anterior já recebi a ligação da minha médica. Quando recebi o diagnóstico tinha apenas 28 anos, passaria por quimioterapia e radioterapia. No final da radio fiz mais algumas sessões de quimio, mas sem tantos medicamentos para não afetar as células boas. Pra quem está passando ou tem algum familiar que está passando por isso, digo apenas uma coisa: Tenha fé, independente da religião. Acredite que dias melhores virão, Deus nunca dá um fardo que não possamos carregar. Busque entender o “para quê” de tudo isso estar acontecendo e entenda o propósito de Deus para a sua vida. Vai passar, tenha fé. Não é o fim do mundo, é o início de uma nova vida e de uma segunda chance.

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Rosane Cunha, 53

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Senti um caroço na mama e fiz alguns exames, porém não acusou câncer de mama. A doutora sentia no toque aquele caroço, mas não aparecia nos exames. Passei por uma ressonância e acusou câncer. O tratamento foi muito tranquilo para mim. Fiz quimioterapia, radioterapia e passei muito bem pelas etapas. Quando descobri eu fiquei super tranquila e não chorei em momento algum, só perguntei o que deveria fazer para tratar. Sempre levei com bom humor, sempre aceitei. Foi difícil, mas sempre tive a certeza de que Deus estava comigo em todos os momentos. Faça seus exames, aprenda a fazer o auto exame. E se você tiver lembre-se que o câncer não é uma sentença, acredite em Deus. O câncer é uma virada radical nas nossas vidas, é uma segunda chance que Deus proporcionou a você, agarre ela e saiba aproveitar.

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Maria das Simarque, 73

Sempre monitorei. Um dia fiz uma mamografia, mas apontou que minha mama era densa e seria preferível fazer um ultrassom onde realizei por anos. Um dia apontou que eu deveria fazer uma mamografia novamente e vim para Volta Redonda com o objeto de fazer o exame. Fui a uma mastologista que ficou muito preocupada e acabou pedindo uma biopsia. Dentro de mim eu já sabia que tinha algo errado e resolvi me mudar para Volta Redonda. Um tempo depois o exame apontou que realmente era câncer de mama. É importante dizer que em momento algum tive medo, pela fé entendi que daria tudo certo. Vieram os tratamentos e não foi fácil, mas eu superei. Os acompanhamentos no GAPC me deixaram cada vez mais forte. Hoje levo uma vida normal, faço muitas coisas que não fazia antes, a colaboração voluntária no GAPC é uma experiencia maravilhosa para mim, só acrescentou mais confiança. Estou vivendo um dia de cada vez, plena e feliz.

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Osiede Carvalho, 49

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Certa vez o médico me passou uma mamografia e recebi o diagnóstico de displasia mamária. Continuei tratando com o mastologista e de 6 em 6 meses repetia os exames. Com 42 anos descobri que estava com câncer de mama, fui encaminhada para o hospital Hinja e fiquei aguardando na fila de espera por quase um ano. Recebi um convite para tratar a doença em Muriaé. Fui muito bem tratada, realizei a cirurgia, quimioterapia, radioterapia e sentia que tudo tinha sido preparado por Deus. Tenho algumas sequelas que são tratadas por fisioterapeutas, mas estou me sentindo bem melhor

Cláudia Elís , 49

Certo dia senti um incomodo ao me deitar de bruço. Meus exames sempre estiveram em dia e nunca deram nada, mas resolvi fazer uma mamografia, estava tudo bem, mas eu deveria ficar de olho na mama direita. Um ano seguinte corri atras de um novo exame por causa de uma secreção que estava saindo da mama. Primeiro saía um liquido clarinho com cheiro de leite materno, mas depois o caso agravou e saia sangue. Levei isso a 2 médicos, mas disseram que era normal. Não me convenci e novamente marquei uma consulta. A doutora se espantou com tudo o que eu contei e me direcionou para uma biopsia que acusou câncer de mama. Vivo um dia de cada vez graças a um Deus maravilhoso, tudo o que ele faz é o melhor para mim. Nessa experiencia tirei apenas as coisas boas e as pessoas maravilhosas que eu conheci. Aprendi a ser uma pessoa diferente, me tornei uma pessoa que eu nunca pensei que me tornaria. Cada momento que eu vivo no GAPC é incrível, sou tratada com muito carinho por cada um. Não fiquei triste de saber do câncer. Mesmo sendo doloroso eu sempre fui grata a Deus pois tive a oportunidade de ver o mundo com outros olhos e ampliar meus horizontes. Minha cicatriz é minha historia.

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CLAUDIA

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